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Archive for the ‘Entrevistas’ Category

Opa, pessoal! Apesar ainda de estar me recuperando da pequena cirurgia (a qual me arrependo 10000 vezes por ter go ahead), tento manter firme as atualizações no blog. Para aqueles que acham que a nossa série de entrevistas terminaram, na verdade nem começamos ainda. E para inciar bem 2009.2  resolvi publicar uma entrevista que fiz um o Juliano Martins – Arquiteto da IBM,  onde discutimos sobre carreira profissional e  um pouco da vida de um arquiteto. Para aqueles que desejam um dia ser um Arquiteto Java/TI (eu :D), vejam as dicas do Juliano. 

lets go..

julianoftMini-Curriculo: Juliano Marcos Martins é arquiteto de TI na IBM, onde trabalha em projetos JAVA EE, especialista em integração de aplicações. Tem grande conhecimento em banco de dados e metodologias de especificação e desenvolvimento de sistemas. Membro do Conselho de Líderes Técnicos da IBM Brasil. Embaixador de relacionamento da IBM junto a faculdades, tendo proferido palestras e cursos em várias universidades pelo Brasil e auxiliando as mesmas no desenvolvimento de projetos que possam trazer para a sala de aula técnicas corporativas. Seu blog pessoal está aqui.

 

Camilo: O que é um arquiteto de TI?

Juliano Martins: Imagine um Analista de Sitemas. Ele que levanta requisitos de uma aplicação e desenha o mesmo, ai entrega para o programador que o desenvolve (basicamente). Agora dê um upgrade neste analista e atribua a ele funções estruturais (levantamento de servidores, implementação, etc) de gerência de projetos ($, tempo, etc) e de consultoria de negócios. O Arquiteto tem que conhecer o cliente como um todo, pois ele vai conversar com os analistas e vai “integrar” toda a solução da empresa, além de guiar o time em todas as decisões.

Camilo Lopes: Juliano, a quanto tempo você é Arquiteto? 

Juliano Martins: Formalmente na IBM, a 1 ano, porém desde o início de minha carreira eu já gostava de todo o desenvolvimento de uma aplicação. Eu não gostava de ficar simplesmente programando, ou simplesmente instalando servidores, eu queria fazer de tudo nos projetos, então, informalmente, a mais de 7 anos eu venho trabalhando em todo o ciclo de vida do desenvolvimento de sistemas.

Camilo Lopes: Você já foi desenvolvedor, o que mudou na sua carreira profissional saindo de desenvolvedor para Arquiteto TI?

Juliano Martins: Sim, ja fui (e sou) desenvolvedor. Na minha visão, todo Arquiteto deve obrigatoriamente conhecer várias linguagens de programação e ser realmente bom em pelo menos uma. Eu comecei programando com C e Pascal na Faculdade, depois fui para VB e realmente programei muito em VB, também programei em PHP fazendo uns frelas quando era mais garoto. Depois fui para Delphi e finalmente Java. Atualmente quero aprender mais sobre .net, não porque ache bom ou ruim, mas por acreditar que o Arquiteto deva ter a formação técnica mais completa possível. Como você vai argumentar com os programadores que você lidera se você não conhece a linguagem? Eu vejo muito isso acontecer hoje em dia e eu pelo menos não gosto disso! Então, o fato de eu ser desenvolvedor e arquiteto me dá uma visão que muitos arquitetos tem superficialmente.

 Camilo Lopes: Você poderia falar mais de seu dia-dia como Arquiteto?

Juliano Martins: No atual projeto, atuo na linha de frente com o cliente, conhecendo seu negócio, levantando soluções e especificando nossas aplicações estrutural e funcionalmente. Basicamente converso com o cliente e escuto as necessidades junto ao time do projeto, ai escrevemos nossa solução. A diferença aqui do arquiteto com o analista é que nós não nos atemos somente ao software, discutimos o negócio também e propomos até alterações no fluxo das coisas (o que fatalmente gera uma alteração de software).

 Camilo Lopes: Para quem está lendo sua entrevista e deseja ser um Arquiteto, qual o caminho técnico que você recomenda?

Juliano Martins: Buscar a formação mais generalista possível, conhecendo um pouco de tudo. Não se ater a estudar programação na faculdade, mas também, entender o que está por traz do software. Brincar com Linux, Servidores de aplicação, etc. Tudo isso vai fazer com que você tenha diferenciais. Tem um ótimo post no blog do academic que trata sobre o profissional generalista, vejam aqui. Tambem TEM que estudar inglês, hoje em dia se não fala inglês, está fora.

 Camilo Lopes: Além da habilidade técnica, quais outras habilidades são fundamentais?

Juliano Martins: O Chá! Conhecimento, Habilidade e Atitude! O segredo das coisas é montar o quebra cabeças. Vejo muita gente que conhece muuuuuuiito mais sobre determinada tecnologia do que eu, mas simplesmente são pessoas técnicas que não tem a habilidade de juntar as peças e montar uma solução e não tem a atitude de as apresentar para o time!

 Camilo Lopes: Qual foi o maior desafio que você já enfrentou como Arquiteto?

Juliano Martins: Tecnicamente, com certeza é aprender o negócio do cliente, pois aprender tecnologia e sofwares é fácil, isso é exato, mas aprender o negócio, trabalhando com pessoas, isso sim é mais dificil.

Agora pessoalmente, foi a primeira vez que tive que falar com alguem do time que ele seria despedido se não trabalhasse adequadamente (o que não adiantou… o cara rodou mesmo).

 Camilo Lopes: Como é ser Arquiteto da maior empresa de TI do mundo?

 Juliano Martins: É muito bom, pois aqui trabalhamos realmente do jeito certo. Fico muito feliz em estar em uma das empresas mais inovadoras do mundo, pois aqui trabalhamos com coisas novas o tempo todo, não ficamos trabalhando com coisas do arco da velha! Estamos sempre buscando melhorar e isso eu gosto!

O Segundo fato é que existe um enorme incentivo para trabalharmos com Linux aqui… AMO Linux!

 Camilo Lopes: Para fechar essa entrevista, que mensagem você gostaria de deixar para os leitores?

 Juliano Martins: A vida não é facil para ninguém, embora pareça duro, é a realidade. Se você quiser se dar bem na vida, vai ter que ralar muito. Só esforço não basta, tem muito esforçado por ai fracassado. Você tem que parar às vezes e pensar se o que está fazendo é o que realmente te deixa feliz. Faça o que gosta, estude muito, tenha pro atividade e não tenha sonhos, mas sim objetivos!

Bom, pessoal vou ficando por aqui. E espero que tenham gostado dessa entrevista. Um forte abraço e até o próximo post. 🙂

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Olá Pessoal,

Dando continuidade à nova série de entrevista profissionais, esse mês resolvi entrevistar uma colega de trabalho, a Daniela Custodio. Por que escolhi a Daniela? Bem, para quem acompanha o blog, ano passado publiquei um artigo sobre uma nova certificação e como está o mercado brasileiro para a demanda de “Testador de Software”. E por acaso conheci a Daniela no finalzinho de 2008 e discutindo sobre carreiras, qual é a função da Daniela? Especialista em Testes de Software. Então não joguei fora a oportunidade e fiz um convite, para ela falar um pouco como é essa área e como está a demanda. Para quem quer investir na área e conhecer um pouco mais, vale apena conferir a entrevista da Daniela.

Let’s go….

Links interessantes:

danirosto

Daniela Reis Custodio

22 anos – Campinas SP

Atualmente trabalhando em uma multinacional situada próximo a Hortolandia/SP, como Test Analyst em projeto Americano

Idiomas – português, inglês

danielareiscustodio@gmail.com

  1. Camilo Lopes: Olá Daniela, você pode falar um pouco de sua profissão para os leitores do blog?

Daniela: Graduando Ciência da Computação 2º ano na Faculdade Anhanguera de Campinas. Trabalho nessa companhia há 8 meses como Analista de Teste. Conheço a linguagem de Java há 4 anos e estou estudando para tirar a certificação SCJP o mais breve possível.

  1. Camilo Lopes: A função de analista de testes tem como “elaborar planos de testes, funcionais e/ou estruturais, consistentes com a tipologia de requerimentos, restrições e critérios de aceitação de produtos e serviços definidos com o Cliente e observando as diretrizes aplicáveis definidas no framework / processo ou metodologia selecionados para uso no projeto e tecnologia utilizada para implementação da aplicação”. Você pode falar como acontece na prática cada momento descrito acima?

Daniela: Um analista de testes deve, primeiramente, seguir a metodologia que seu projeto adota como qual ou quais softwares serão utilizados para a elaboração de testes, a execução e etc. Onde estou atualmente, devemos ler um documento enviado que é chamado de “Requerimento”. Este documento é enviado ao time responsável onde deve conter diversas informações, as quais deverão ser utilizadas para a elaboração dos tests cases ou o tão chamado testes. Após a leitura do mesmo, devemos passar para um arquivo onde estarão os testes criados e que serão enviados ao cliente para a aprovação do mesmo. Após aprovado e autorizado, é iniciada a execução.

  1. Camilo Lopes: O analista de testes tem algum contato com os desenvolvedores ou isso é evitado para não influenciar nos testes?

Daniela: Sim, porém quando há os defects (defeitos) são os momentos onde há mais contatos. Isso é bom porque sempre quando andados juntos, os problemas serão resolvidos mais rápidos. Se não houvessem o contato com eles, ficaríamos a mercê!

  1. Camilo Lopes: Existe algum “plano de testes” no seu projeto? Como este é desenvolvido?

Daniela: Desenvolvemos o plano de teste através de um programa de texto, onde escrevemos resumos do que vamos utilizar e depois de tudo feito é so criar os testes com os textos criados.

  1. Camilo Lopes: Quando inicia a fase teste: após todo desenvolvido ter acabado, antes da primeira linha de código ou tudo é feito paralelamente?

Daniela: A fase de teste começa quando, após a criação dos casos de testes, enviamo-os aos gerentes do projeto e os mesmos fazem leitura do mesmo se serão ou não aprovados para começar. Após o retorno por eles, começamos a execução. Tudo isso éq feito paralelamente e da maneira correta para não pular as etapas.

  1. Camilo Lopes: Qual é o pré-requisito para um profissional que deseja trabalhar como Analista de Testes?

Daniela: Para se trabalhar aqui, o principal pré-requisito é ter uma boa comunicação na lingua inglesa. Também deve ser estudante, pois as vagas para testes são iniciadas como estágio para, após o desenvolvimento da pessoa, ela ser avaliada se será ou não funcionário. Só mais uma observação, o que digo aqui é da companhia onde trabalho, quanto às demais, não sei como é a procedencia.

  1. Camilo Lopes: Como você vê a carreira? Tem futuro ou é “fogo de palha”? Realmente vem surgindo vagas e procura de profissionais nessa área que vale apena investir?

Daniela: A carreira de testes cada vez mais tende a subir. Devido a fatores da crise que houve nos USA, a demanda da área de testes crescerá bastante ainda. A procura de vagas subiu bastante, porém o que ainda faltam bastante são profissionais com o inglês. Então vale a pena fazer um curso e ir atrás de uma oportunidade.

  1. Camilo Lopes: Há quanto tempo você vem desempenhando essa função e o como esta profissão afetou sua carreira profissional, ou seja, o que conseguiu aprender?

Daniela: Estou na companhia há 8 meses, porém como Analista de Teste somente há 4 meses, devido a grande demanda que houve por aqui. Esta área afetou bastante na minha carreira, pois em pouquíssimo tempo cresci o que eu não cresceria em outra área. Além do mais, há diversas oportunidades de treinamentos para fora do país, ou seja, para quem gosta de outras culturas vale muito investir um pouco do tempo nesta área pois só terá beneficios.

  1. Camilo Lopes: O que seria um “teste aprovado” e um “teste reprovado”?

Daniela: Um “teste aprovado” é aquele que atendeu a tudo que o Requerimento solicitou que fizesse, ou seja em poucas palavras, é aquele que não apresentou nenhum erro. Quanto ao “ teste reprovado” é aquele que por alguma razão falhou durante sua execução. Neste caso, ele se torna blocked (bloqueado) ou failed (falhado) e aguardamos as decisões dos gerentes e dos desenvolvedores para saber se realmente foi erro de código ou somente algum erro ditado no requerimento.

  1. Camilo Lopes: Há interação com o cliente durante o processo de teste?

Daniela : Se o projeto decidir que teremos contato com o cliente e/ou desenvolvedores, sim.

  1. Camilo Lopes: É usado algum software específico para testar alguma unidade do software?

Daniela: Sim. Usamos a ferramenta Mercury da HP, devida a escolha ter sido feita pelo próprio cliente. Há diversas outras ferramentas, como por exemplo a Rational da IBM. Tudo isso leva-se em consideração de que sempre o Cliente escolhe qual ele quer usar.

  1. Camilo Lopes: Para alguns profissionais que estão de fora desse ambiente, acredita que testar o software é apenas abrir o programa e inserindo os dados a fim de encontrar alguma exceção, ou erros de execução. É assim que acontece ou está muito além disso?

Daniela: (risos) Isso é o que eu imaginava antes de entrar aqui. Já era o tempo onde haviam analistas e somente os testers. Os analistas liam e escreviam tudo e os testers liam o que os analistas escreviam e somente executavam. Hoje em dia há um ciclo vital para que isso aconteça. Tudo é feito com extrema atenção para que nada saia de errado.

  1. Camilo Lopes: Para finalizar essa entrevista, que mensagem você gostaria de deixar para os leitores do blog?

Daniela: Digo a vocês que quem procura estabilidade hoje em dia, que apliquem no que primeiramente gostem. Não há nada melhor na vida do que aplicar para aquilo que te dá motivação no que você faz. E lembrem-se de uma coisa: oportunidade há em qualquer lugar, basta somente persistir que conseguirão. Caso queiram este setor que comentei aqui, há diversas oportunidades em grandes empresas, porém quem não tem inglês, corram e façam porque será de extrema ajuda, não só para testes, mas para qualquer área que quiserem entrar. Abraços a todos e boa sorte!!

Espero que tenham curtido a entrevista, um forte abraço a todos e até a próxima. E quero agradecer a Daniela pela entrevista e desejo a você muito sucesso.

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Opa! Pessoal,  passei alguns dias pensando em como inovar  e trazer algo “diferente” para o blog. Ai surgiu : “que tal fazer uma seção de entrevistas com profissionais que estão na área, tratando de assuntos como carreira, tecnologia, mercado, etc. Assim o blog não fica apenas com  as minhas idéias”. Sendo assim, temos a partir de hoje uma nova categoria chamada: “Entrevistas”.

O objetivo dessa nova categoria é entrevistar profissionais de TI reconhecidos e os ainda não reconhecidos nacionalmente. Teremos entrevistas com profissionais contando suas experiências na carreira profissional, falando sobre tecnologias, mercado  etc. Espero que vocês curtam essa nova categoria 🙂

Para começar, a primeira entrevista é com meu amigo Alberto Leal.

Leal vai contar a experiência que teve no processo de entrevista em inglês por telefone que possibilitou ser admitido para fazer parte do time IBM/Brazil. Então, para aqueles que estão investindo no ingles ou que pretende investir, vejam as dicas do Alberto e  não esquecer desse caso real, onde mostrou mais uma vez a importância de saber o inglês com o foco para conversação. Leal vem trabalhar conosco como Desenvolvedor Java na plataforma JEE em projetos internacionais.

Caros leitores,  não deixem de comentar enviando  suas dúvidas, críticas, sugestões etc. Espero que tenham gostado dessa novidade no blog.

Aproveitando o momento, estou disponibilizando meu linkedin para quem quiser me adicionar 🙂

Não posso deixar de citar o post onde disponibilizei o modelo de currículo em inglês.

Post Relacionado:

Como anda seu Currículo?

inglês por telefone

Lets go…

albertoftGraduado em Sistemas de Informação em 2007. Atualmente, cursando pós-graduação em Business Intelligence na UFJF – Universidade Federal de Juiz de Fora. Trabalha como desenvolvedor web há alguns anos- PHP, Java e Ruby. Possui a certificação SCJP – Sun Certified Java Programmer 5.0.

  1. Blog: Alberto, a quanto tempo você estuda inglês?
    Alberto: O primeiro contato que tive com a língua inglesa foi durante o ensino fundamental e este se estendeu pelo ensino médio, período o qual iniciei meus estudos em uma escola de idiomas. Com meu ingresso na faculdade, não pude dar continuidade, mas com seu término, há dois anos atrás, retornei aos meus estudos.

  1. Blog: Além das aulas que você tem na escola, como é seu estudo fora da sala?
    Alberto: Acredito que o que nos faz ficar mais “à vontade” com o idioma é o que fazemos fora da sala de aula, ou seja, a nossa dedicação e vontade de aprender cada vez mais. Há dois anos atrás, no mesmo momento em que eu retornei para o curso, resolvi que todos os meus livros seriam em inglês. Isso devido a precariedade das traduções e também pela vontade de reforçar o aprendizado, unindo a língua inglesa com minha profissão. Como tudo, no início foi complicado, já que a leitura é lenta e o dicionário foi um companheiro constante, mas com o tempo e a prática isso se tornou desnecessário. Outra coisa interessante, foi o hábito de assistir meus seriados (Lost, Heroes, Prison Break) com legendas em inglês. Isso fez com que eu ficasse atento com a pronuncia das palavras e aprendesse as diversas colocações das palavras e expressões. Já no ano passado, Camilo e eu começamos a fazer reuniões via skype para desenvolvermos a parte de conversação, o que eu acho que não podemos parar, pois nestas falamos sobre tecnologias, onde a cada reunião é escolhido um tema a ser discutido.

  1. Blog: você pode falar um pouco como foi seu processo de entrevista em ingles para trabalhar na IBM?
    Alberto: Esse foi o processo seletivo mais longo e cansativo que já participei. Após ter a aprovação do meu curriculum, participei de 4 quatro etapas: uma para nivelamento da língua inglesa, duas técnicas e uma com os americanos responsáveis pelo projeto. Me recordo que a segunda entrevista técnica durou 90 minutos. Essa entrevista foi feita em 3 partes: 1ª parte para eu falar sobre os projetos que já participei, e perguntas sobre fundamentos e estruturas de dados. Na 2ª parte foram perguntas específicas de Java. Na 3ª parte, o Team Leader me deu um problema para que eu fizesse uma arquitetura. E a noite fiz uma prova escrita (também em inglês). Na última etapa, e a mais importante segundo o gerente do projeto aqui no Brasil, foi uma entrevista que durou cerca de 30 minutos, onde estavam presentes o Team Leader (aqui no Brasil), 2 americanos (responsáveis pelo projeto) e eu.

  1. Blog: onde você sentiu mais dificuldade com o idioma: Listening ou Speaking?
    Alberto: Minha maior dificuldade foi com o speaking, justamente pelo motivo de não praticar com muita freqüência fora da sala de aula.

  1. Blog: O que foi mais fácil entender: um brasileiro falando em inglês ou os americanos?
    Alberto: Sem dúvidas, entender o brasileiro falando em inglês é muito mais fácil, porque quando o sotaque do estrangeiro é muito carregado, ou até mesmo pela sua fluência e domínio da língua, é complicado de entender.

  1. Blog: É evidente que após uma prova de fogo dessa, ao final o candidato aprende muita coisa. E você, o que aprendeu?
    Alberto: Constatei que devemos ser sempre sinceros. Desde o início do processo seletivo fui muito sincero, sempre falando a verdade. Pelo que pude apurar nos fóruns, existem casos em que profissionais são reprovados porque mentem ao longo do processo e com certeza existe alguém analisando cada etapa da seleção. Outra coisa que me chamou bastante a atenção foi que devemos nos organizar e administrar melhor o nosso tempo. Pude perceber isso quando estava fazendo a prova escrita, onde o tempo era muito curto e as questões longas.

  1. Blog: Qual a dica que você dá para o profissional de TI que ainda tem resistência em aprender o idioma?
    Alberto: Estudem inglês! É extremamente necessário em nossa profissão. Já li casos onde as empresas preferem contratar profissionais que possuem inglês e treiná-los na tecnologia ao invés de contratar bons profissionais técnicos e treiná-los em inglês, visto que é mais fácil se familiarizar com uma tecnologia do que com um idioma.

  1. Blog: O que mudou ou você acredita que vai mudar agora que você faz parte do team IBM Brazil?
    Alberto: A idéia de participar de um projeto internacional e manter uma convivência diária com o idioma estrangeiro, é altamente estimulante. Muitas oportunidades surgirão. Espero me capacitar mais e aproveitar a convivência com os diversos profissionais que lá estarão e compartilhar o máximo de conhecimento com eles.

  1. Blog: Para fechar essa entrevista, que mensagem você gostaria de deixar para os leitores?
    Alberto: Estudem inglês, estudem tecnologia, leia, leia muito, e leia mais ainda! Explore, sempre que possível, novas tecnologias, tenha sede de conhecimento. Sempre que você aprende uma nova tecnologia, seu conhecimento evolui e, conseqüentemente, o número de soluções para a resolução de seu “problema” aumentam. Leia blogs, existem muitos blogs bacanas espalhados pela internet. Acredito que essa é uma das melhores maneiras de se manter atualizado com a comunidade.

Espero que tenham gostado dessa novidade,  onde essa é uma de muitas que estão por vim.
Quero agradecer a todos pelo carinho, elogios e criticas que recebi em nosso ultimo post.

Abraços e até o próximo post.

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