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Archive for the ‘Carreira/Inglês’ Category

learning

Opa pessoal!  Um tempo já sem postar algo sobre English.  Hoje vou apresentar um assunto bem interessante no inglês: “TAG Questions”.

Mas o que seria TAG Question? Simples, são aquelas perguntinhas que queremos fazer após uma frase afirmativa ou negativa. Que em português falamos:

José está namorando com Maria, não está?” “Carla está viajando, não está?”

Agora veremos em English alguns exemplos:

  1. You are dating Chris, aren’t you?

  2. She is going to Travel to the U.S.A, isn’t she?

  3. She is not going to travel to the U.S.A, is she?

  4. They have a car, don’t they?

  5. The car is broken isn’t it?

  6. He didn’t buy a house, did he?

  7. The server is down, isn’t it?

  8. The car is broken, isn’t it?

  9. You have already traveled by plane, haven’t you?

  10. She should not go to the doctor, should she?

  11. You can speak English, can’t you?

  12. You can’t speak English, can you?

  13. She could come with you, could not she?

  14. You can speak English, can’t you?

  15. She could come with you, could not she?

  16. She could not come with you, could she?

Uma regra importante: quando a frase está na afirmativa a tag questions fica na negativa. O mesmo se aplica ao contrário.

Pay attention: Há uma exceção para a primeira pessoal na negativa, veja:

I am not tall, am I ?

I am tall, aren’t I?

Não usa “am not I”. Isso é regra da gramática, é comum acharmos que seria “am not I”. Então quando ver “aren’t I” como tag question não ache que foi erro do autor. Pois, como toda gramática, há sempre suas exceções.

Um abraço e espero que tenham gostado do post.

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Vancouver_Aerial_2

Salve salve, Guys. Hoje vou falar sobre um assunto que para alguns profissionais e estudantes é uma decisão muito díficil de ser tomada. Fazer um intercâmbio ou fazer uma pós no Brasil?

As informações aqui são apenas de minha mera opinião, tendo como base o mercado profissional no qual estou vivenciando nos últimos anos na minha carreira.

Note: esse será um longo post.

Lets Go…

O Intercâmbio é uma opção bastante utilizada por estudantes de idiomas, tendo como objetivo adquirir uma melhor fluência (isso não quer dizer que para ser fluente o requisito é fazer um intercâmbio).

Isso nós já sabemos, mas por que fazer um intercâmbio ao inves de uma Pós no Brasil?

Os resultados após um intercâmbio e os benefícios para o profissional são superiores há uma pós-graduação, isso sem sombra de dúvidas, já que um intercâmbio envolve conhecimento cultural, experiência de vida e um idioma mais “afiado”.

Para as empresas que precisam de profissionais com um segundo idioma, o intercâmbio é uma das peças fundamentais quando se trata de relacionamento para esse fim.

Hoje o valor de um intercâmbio (1 mês) e uma pós-graduação (em uma excelente universidade) estão bem equivalentes e com a mesma facilidade de pagamento. Por exemplo: ficar um mês em Vancouver/Canadá, fazer um curso de Business, Inglês, IT etc custa em real na média R$ 5.000,00 (incluindo já as passagens ida e volta + passeios turísticos no final de semana). Uma pós em uma faculdade conceituada varia de R$ 4.000,00 – R$ 8.000,00, dependendo do curso a ser feito.

Claro que uma pós graduação tem seu valor dentro do mercado, e muito, mas tudo vai depender de onde você quer trabalhar em curto prazo, se o segundo idioma na empresa onde pretende trabalhar não for um diferencial e sim uma pós, então para que gastar dinheiro com o intercâmbio? Porém se for ao contrário, invista no intercâmbio, sem sombra de dúvidas.

Fazer o intercâmbio e depois uma pós renderá mais frutos para aquele profissional que alveja trabalhar na companhia X, onde o segundo idioma se torna o primeiro. Não se esqueca disso. 

Mas por que faria uma intercâmbio se falo o segundo idioma bem? 

Depender do seu propósito, chega um momento que é necessário internacionlizar o segundo idioma na sua vida, de modo que esse fosse a única forma de se comunicar, melhorar pronúncia, aprender sobre uma cultura, experiência profissional e viver em um contexto diferente etc.

Uma pessoa pode ser considerada fluente, avançado em um idioma pelo fato de saber se comunicar com fluência, entendimento, uso apropriado da gramática, um bom vocabulário, etc. Enfim, consegue manter uma conversa com um nativo da lingua sem dificuldades ou falhas na comunicação. Porem é possivel ainda que o idioma materno influencie na forma de pensar, na pronúncia e isso deve ser tirado. Quer um exemplo? Veja alguma entrevista em inglês do nosso Ayrton Senna e perceba como ele tem um inglês impecável, sofrendo bem pouca influência do português na pronúncia por exemplo.

Planejamento

Um detalhe importante é planejamento, fazer um intercâmbio deve ser bem planejado, pois você não vai estar longe apenas por alguns KM e sim do outro lado do mundo, onde você não conhece ninguém e quando bater o desespero não é uma tarefa simples de pegar a mochila e ir para uma rodoviária ou aeroporto e cair fora. Além do planejamento financeiro, tem o psicológico também, claro que você não vai saber o que espera por você, mas procure visualizar, converse com amigos que já foram para a cidade que você deseja, faça perguntas sobre tudo que puder imaginar. A importância de estar preparado psicologicamente é para que o estudante/profissional possa aproveitar cada minuto da viagem sem stress.

1 mês, vale apena?

Bem, muitos dizem por ai que 1 mês não compensa. Eu também concordo que 1 mês nao compensa quando o aluno ainda não tem um segundo idioma do tipo Upper-Intermediate, por exemplo. Ele concerteza vai sofrer um pouco e conseguir atingir o objetivo da viajem será bem díficil devido ao curto tempo X nivel do idioma. Então, se vai fazer um intercâmbio de 1 mes, tenha certeza que o seu segundo idioma está “bem afiado”, para não ter supresas desagradáveis e perder tempo + dinheiro. Mas como testar isso? Bem, ai volta a situação do planejamento. Veja como está seu idioma assistindo programas de TV em canal fechado e ver se entende a reportagem de verdade e não as palavras. Exemplo para quem estuda inglês:

  • CNN, FOXNews, BBC

Outro passo é consultar um especialista no idioma e pedir para esse analisar se está apto.

Eu considero importante o aluno que vai fazer o intercâmbio ter na lista de planejamento dele os pontos abaixo:

  • Analisar a pronúncia

  • Analisar a precisão durante uma conversa: ser rápido ou preciso? (veja este post)

  • Conhecer o máximo possível do país e a cidade onde vai ficar durante o tempo de intercâmbio (óbvio, incluindo as pessoas).

  • Phrsal Verb (para estudante de inglês) isso terá que ser uma refeição diária, de preferência 3 vezes ao dia, já que são usadas com frequência pelos nativos.

 Outros pontos a serem considerados:

Claro que na rua ninguém conversa como nos telejornais, pelo contrário, a linguagem informal é mais usada e muitas gírias, phrsal verb e isso so vai aprender na hora, pois algumas girias e palavras é questão de região. Porém se você vai à faculdade ou na embaixada, por exemplo, é importante diminuir o uso de gírias/frases informais. Claro, isso parece ser óbvio, mas muitos acabam esquecendo de aplicar pelo hábito de sempre usar a informalidade. Exemplo: “você não pode chegar para um embaixador e dar um “Hello, hey, hi ” – Um estudante de ingles deve saber que Hello é bastante informal.

Fique atento a isso!

Mas por que fazer um intercâmbio de 1 mês?

É bem simples, considerando que o aluno tem um nível do idioma já pronto para viajar e que não “morrerá de fome” ao chegar lá. Tendo isso, o objetivo para um aluno nesse nível é melhorar o inglês de forma natural, vivendo cada dia como se fosse o último. No inicio os americanos podem transmitir que são “pessoas fechadas”, porém depois que isso é quebrado são pessoas bastante receptivas e proativas (falo por experiência própria).

Esse tipo de intercâmbio, com certeza não tem preço para um aluno já avancado no idioma, ter o contato 24 hrs por dia. Imagine ai: serão de seg-dom, 24 hrs, em um só idioma. É um processo de imersão propriamente dito, mas procure ficar longe dos brasileiros quando chegar lá, esses podem fazer você perder seu dinheiro, então ao encontrar seja disciplinado, fale no segundo idioma mesmo que ele não esteja falando, continue, uma hora ele se toca e comeca a falar (experimente já fazer isso no Brasil). Lembre-se: nao é apenas uma viagem e sim um processo de estudo profissional para sua carreira e isso tem que ter mais valor que qualquer outra coisa.

 Qual empresa fazer intercâmbio? 

Bem, não conheço muitas, porém a melhor forma é pedir referência de quem ja fez pela empresa XYU, e não ir por anúncios de intercâmbio a preço de “banana”. Sabemos que o valor para este tipo de viagem nos últimos anos está mais acessivel e a facilidade de pagamento também, porém não a preço fora do normal.

Não quero fazer propaganda de nenhuma empresa, mas posso citar uma companhia a qual sei que é séria por conhecer pessoas que ja fizeram e falaram muito bem da empresa.

BIL 

E você ja se decidiu? Intercâmbio ou pós? Eu ja me decidi, vou para Vancouver/Canadá.

A seguir tem algumas matérias com a opnião de alguns especialistas sobre oportunidade de trabalho a partir do segundo idioma e uma materia exclusiva da globo sobre intercâmbio .

Especialista falam sobre Intercâmbio.

Falta de Fluência reduz chances de profissionais

Um forte abraço a todos e espero que tenham gostado. Até o próximo…

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studying

Olá pessoal, 

O post de hoje é mais uma dica de carreira profissional para quem é programador júnior e tem como objetivo virar um programador pleno. O que é preciso para ser um pleno? Bem, sabemos que um pleno tem um salário maior que um júnior, como o senior tem um vencimento maior que o pleno. Teoricamente, um junior não deveria ganhar mais que pleno, por exemplo.

Vale salientar que as informações nesse post não tem comprovação científica, nada mais passa da experiência do autor, tendo como requisito dados fornecidos por alguns contatos de RH, o que seria um pleno ideal para a companhia XY.

Outro ponto que não posso deixar de destacar é que as informações abaixo sobre programador pleno são conhecimentos mínimos, pois não podemos esquecer de um fator muito importante: o avanço tecnológico, novos frameworks, etc. Então isso tende a mudar em uma freqüência mais rápida que podemos imaginar.

 Lets go…

 Post Relacionado:

Programador Júnior

Para facilitar a leitura enumerei cada característica técnica necessária, assim fica mais fácil para quem é junior traçar objetivos e ir riscando o que já foi almejado.

 Além das característica de Programador Júnior, o Pleno deve ter as seguintes:

Primeiro passo para ser um pleno é ter experiência em desenvolvimento Java. Isso é um fator importante, então está explicado por que temos a categoria Junior.

  1. Saber usar orientação a objetos com a maior simplicidade do mundo.

  2. Conhecer bem JSE e ser capaz de desenvolver aplicações com BD

  3. Dominar o conteúdo básico de JEE, desenvolver aplicações JEE com BD

  4. Conhecer SQL, BD (dê preferência a mais de um e os mais usados no mercado: Oracle, DB2, MySql etc), servidores de BD e dominar JDBC.

  5. Se não for um SCJP / SCJA, pelo menos dominar os objetivos do exame e se for fazer, passar pelo conhecimento e não na sorte.

  6. Dominar o conteúdo da SCWCD

  7. Saber pelo menos o que é um EJB

  8. Design patterns não pode ser algo estranho, não precisa ser um expert, mas entender conceitos básicos é importante.

  9. Conhecer HTML e JavaScript (pode ser o básico)

  10. Ser capaz de trabalhar com XML

  11. Buscar otimização de código e buscar o code clear, usando técnica como XP, Refactoring.

  12. Saber usar reflection e processar annotations

  13. Conhecer mais de um sistema operacional a nível de desenvolvimento é um diferencial (ex. Linux – se possível conhecer mais de uma distribuição).

Bem, pelo lado da “exata” temos as característica acima, mas não podemos esquecer o lado “humano” que complementa a carreira de todo profissional, tais como: proatividade, humildade, honestidade, comunicação, etc.

Volto a reforçar que os 14 pontos listados é o mínimo que se espera de um BOM Pleno.

Espero que tenham gostado do post. Até o próximo. Abraço!!

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future

Aê pessoal! Que matéria excelente essa da globonews, com o cientista chefe da IBM/Brasil.

Confiram:

Video

Espero que tenham gostado, eu adorei o vídeo, muito show mesmo.

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hardworkstudy

Opa, pessoal! Queria compartilhar alguns guias de estudo da IBM. A IBM oferece N cursos gratuitos através dos livros REDBOOK, sem falar que são livros escritos por profissionais de alto padrão da companhia: doutores, pós-doutores, P.h.d, engenheiros, etc.

O objetivo aqui não é querer vender produtos da IBM ou algo semelhante e sim compartilhar materiais de qualidade free e de fonte confiável. Além dos links IBM, estou postando outros que merecem ir para o bookmarks.

Espero curtem 🙂

lets go…

WEBSPHERE

  • Se você tá a fim de conhecer e aprender sobre esse servidor, veja as apostilas no link a seguir.

  • Book 1 / Book 2

REVISTA IBM – ACADEMIC INITIATIVE

  • Confira as ações da IBM no mundo acadêmico (Academic Initiative) e os resultados obtidos.

DEVELOPER

  • Esse aqui é o livro bem completo para um desenvolvedor. Observe que ele aborda do nível mais básico até o mais avançado, enfim, uma excelente biblia.

DB2 9 pureXML Guide

– Bem completinho para quem quer trabalhar com DB2.

DEVELOPERWORKS

Portal para quem é desenvolvedor, com cursos (e-learning), tutoriais gratuitos.

TED
Recomendado para quem quer praticar o inglês na área que gosta, excelentes palestras, principalmente na parte de TI. Até o fundador do Twitter já passou por ai.

REVISTA ESPIRITO DE SER LIVRE

A Revista Espírito Livre vem com a proposta de trazer conteúdo de qualidade, produzido por uma equipe altamente competente e atuante no Brasil e exterior. Terá periodicidade mensal e seu download é gratuito.

CERTIFICATION TODAY

Conheçam as certificações IBM.

Espero que tenham gostado das sugestões e agora mão na massa. Abraços.

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work-it

Olá Pessoal,

Hoje o post da semana será diferente. Recebi o artigo abaixo do meu colega Matuzalém e achei muito importante compartilhar aqui no blog. As dicas para quem um dia quer ser gerente de projetos são excelentes.  Infelizmente o cenário apresentado pela revista é a pura realidade.

Let’s go…

Para muitos empresários, infelizmente, o técnico que cuida de sua infraestrutura de TI é “algo” descartável que pode “jogar fora” e arrumar outro melhor e mais barato sempre que necessário. Os técnicos e engenheiros de TI precisam ser valorizados, inclusive por eles mesmos. Mas não é isto o que acontece, até porque muitos destes profissionais cometem erros pequenos, mas fundamentais, que não os deixam progredir profissionalmente. Acompanhe nosso raciocínio:

Alguns erros de gerenciamento podem tornar um profissional de informática menos eficiente, limitar o avanço de sua carreira e até ameaçar seu emprego. Um importante caçador de talentos (“head hunter”) americano fez um apanhado dos enganos mais comuns e publicou suas conclusões no famoso site techrepublic.com, voltado especificamente à Tecnologia da Informação, artigo este que traduzimos e adaptamos para as condições brasileiras.

Engano 1: Focar apenas na tecnologia e não nos negócios

Os profissionais de informática geralmente saíram de alguma escola especializada em hardware ou sistemas. Com tais raízes, estes profissionais tendem a localizar esforços apenas no aumento dos seus conhecimentos técnicos quando, na verdade, deveriam estar igualmente procurando melhorar sua habilidade em oferecer suporte, abrir caminhos e melhorar os negócios. Para ser bem sucedido e otimamente remunerado, um gerente de TI precisa transformar-se num hábil líder empresarial, usando seus conhecimentos para alavancar a solução das questões e problemas do negócio, paralelamente cuidando da melhoria ou atualização das tecnologias empregadas.

Um exemplo prático: quando começam a trabalhar, muitos recém-formados ficam abismados em ver como certas empresas utilizam tecnologias “ultrapassadas” em seus negócios. Acontece que aquela tecnologia está resolvendo os problemas de TI da empresa, qualquer mudança vai custar caro e precisa oferecer melhorias realmente convincentes para valer a pena. Um profissional de TI pode perder seu emprego ao enfrentar problemas tentando atualizar determinada tecnologia sem ter um bom motivo. É numa situação assim que os bons profissionais se diferenciam dos demais, ou seja, é preciso ter conhecimento e experiência para saber quando, como e porque mudar algo.

Engano 2: Pensar que “fora do meu olhar” significa estar “fora do meu caminho”

É importante lembrar que em TI a “falta de notícias não é uma boa notícia”. Os gerentes de TI tendem a simplesmente tocar sua rotina diária, sem preocupar-se muito se as coisas estão indo bem ou se poderiam estar indo melhor. A tarefa mais importante que alguém em cargo gerencial pode fazer é avaliar as situações e os resultados. Há várias maneiras de se fazer isto, algumas muito sofisticadas e outras simples, porém eficientes, como usando planilhas e gráficos gerados no Excel. É preciso cuidado apenas para não coletar informação sem ter condição de analisar ou correr o risco de burocratizar demais os processos, com o intuito de coletar dados que de nada servirão em termos estatísticos pois acabarão não sendo analisados.

Engano 3: Pensar que a sua equipe tem sempre tudo sob controle.

No famoso reality show “O aprendiz”, onde os candidatos a cargos executivos precisam cumprir provas determinadas pelo apresentador, muitos times acabam na “sala de eliminação” porque o líder delegou tarefas mas não foi a campo certificar-se de que elas estavam sendo cumpridas conforme o determinado. Fazer este “follow up” não é preocupar-se com migalhas, longe disto: é obrigação de todo líder criar mecanismos que, sem tirar o foco de sua gerência, permitam a ele ter certeza de que as tarefas estão sendo feitas corretamente.

Engano 4: Não inspecionar os resultados que você espera obter

Este problema tem suas origens no engano 3, mas resulta de uma ampliação das situações problemáticas. Por exemplo, alguém pode achar que está conseguindo uma grande performance de um grupo de servidores, só porque eles “devem” ser bons, mas não cria ou usa algum sistema para certificar-se – e demonstrar – que eles estão sendo utilizados em sua capacidade ótima. Esta lacuna acaba levando a planejamentos mal feitos, orçamentos irreais e pessoal sobrando ou faltando. Para evitar este problema tão comum faça uma lista do que se espera de cada departamento e da empresa como um todo. A lista deve incluir dados técnicos como projetos críticos, performance da rede e dos servidores, mas também deve avaliar o lado humano como satisfação do cliente, nível de stress da equipe e até a quantidade de licenças médicas. Além de fazer a lista certifique-se de verificá-la com regularidade. Crie a rotina para fazer um “follow-up” diário e ter certeza de que as coisas estão seguindo o caminho esperado.

Engano 5: Não criar parceria com as gerências do negócio

É comum encontrarmos empresas onde os gerentes de TI se reportam a outros gerentes de operação ou executivos da área financeira, ao invés de lidar diretamente com os donos, presidentes ou executivos principais. A única maneira que a informática pode ajudar efetivamente uma empresa é através da parceria com as pessoas que gerenciam o negócio como um todo. Longe de ser uma área ligada apenas a operação do dia-a-dia da empresa, a informática precisa alicerçar o caminho para o futuro, antecipando problemas e providenciando soluções. Quanto mais os profissionais de TI estiverem ligados à um time de líderes da empresa, mais perto chegarão de livrar-se do engano número 1 acima.

Engano 6: Desgastar-se e dedicar-se demais

É incontável a quantidade de gerentes de TI que estão sem tirar férias há anos, além de trabalhar 60 ou 70 horas por semana, inclusive nos finais de semana. Este tipo de vida é um enorme engano e a fórmula certa para o desastre. Parece que estes profissionais pensam, ou procuram fazer a empresa pensar, que ela não vai para a frente sem que ele faça este tremendo sacrifício. Algumas vezes isto acontece pelo fato da pessoa sentir-se ameaçada no cargo se alguém mais conhecer e souber fazer o seu trabalho, mas este excesso de centralização e pseudo-dedicação pode na verdade prejudicar a empresa. Acontece que nenhuma empresa pode ficar dependendo de alguém que está se auto-deteriorando. Este processo, acontecendo durante anos, acaba levando a baixa produtividade, erros e, eventualmente, a pessoa acaba desistindo da empresa ou vice-versa. Pessoas que agem assim deveriam fazer um grande favor para si mesmos e para sua empresa, tirando algum tempo para cuidar delas mesmas e conviver com seus hobies, sua família, parentes e amigos. Todos sairão ganhando.

Engano 7: Não testar suas soluções de backup

Uma das principais tarefas dos gerentes de tecnologia da informação é garantir a confecção de um backup confiável. São inevitáveis as falhas de hardware, de sistema operacional ou de software, por isto é preciso sempre ter à mão um plano de emergência para ser deflagrado imediatamente nestas situações. Claro que é preciso cuidar da tolerância à falhas tendo servidores, conexões à internet, pessoal treinado e equipamentos de reserva, mas é fundamental certificar-se regularmente de que os backups estão sendo feitos e de que estão em perfeitas condições. Eles podem ser necessários desesperadamente de um segundo para outro, e quando isto acontecer não existirá milagre que salve o emprego de um gerente de TI se eles falharem. Aliás, a este respeito, vide o artigo “Técnicas de backup” publicado na Revista PnP nº 6.

Engano 8: Não pedir ajuda

É comum vermos alguma empresa entrar numa situação delicada e perigosa porque algum gerente ou técnico achou que podia resolver os eventuais problemas sozinho, sem informar seus superiores dos riscos ou, ao menos, ter um “plano B” para o caso de alguma surpresa. Este tipo de engano pode sair caro, se isto acontecer com você faça a coisa certa: peça ajuda. Um dos segredos de uma boa gerência de TI não é saber todas as respostas, mas sim saber onde procurá-las, quando necessário, para encontrar uma solução da maneira mais rápida e eficiente quanto humanamente possível. Assim, não hesite em procurar um especialista sempre que necessário, e procure trocar informações com seus colegas de profissão.

Engano 9: Não dedicar tempo ao desenvolvimento pessoal

Este engano está ligado à questão 6 acima, e também não existe desculpa aceitável para este caso. Muita gente que trabalha empregado acha que seu desenvolvimento pessoal é responsabilidade de seu empregador, mas este é um enorme engano. O desenvolvimento pessoal e profissional é responsabilidade de cada um de nós, e de ninguém mais.
Sempre é possível saber o potencial de sucesso de alguém perguntando quais foram os últimos 5 livros que leu ou os mais recentes seminários e cursos dos quais participou. Todo profissional que lida com tecnologia deveria dedicar pelo menos 30 minutos a cada dia para seu desenvolvimento pessoal. Os realmente devotados dedicam muito mais, coisa de até duas horas diárias.
A desculpa mais comum para não fazer este investimento é a falta de tempo, de dinheiro ou ambos. Entretanto, começa aí a demonstração de que a pessoa é um bom gerente, pois precisa administrar bem seu próprio tempo e dinheiro, fazendo sobrar recursos para dedicar-se não apenas a desenvolver seus talentos técnicos, mas também para investir em seu crescimento humano estudando coisas de outras áreas como música, dança, história, viagens ou qualquer outra coisa que lhe seja prazeirosa e que amplie seus horizontes. Este tipo de atividade também ajuda a diminuir o stress e permitir ver as coisas de outros ângulos, permitindo que o cérebro analise perspectivas diferentes e possa trabalhar “em background” resolvendo assuntos técnicos mas de maneira mais intuitiva.

Engano 10: Não ter e nem ser um mentor ou guru

A rota mais rápida para o sucesso é mirar-se em alguém que já chegou numa posição que você almeja, e fazer tudo o que aquela pessoa já fez ou está fazendo. Ao mesmo tempo, a rota mais rápida para a dor, desespero e falha é fazer esta jornada sozinho. Esteja você num cargo de gerenciamento ou não, deveria sempre ter um mentor ou empresário e fazer o mesmo para uma outra pessoa. É a mesma coisa dos artistas famosos, todos eles têm seu empresário, que cuida e administra a carreira, mostrando caminhos, avaliando o desempenho e abrindo as portas para que ele possa mostrar sua arte.
Um empresário ou mentor vai ajudá-lo a conseguir mais do que conseguiria sozinho ao compartilhar seus conhecimentos e experiência pessoal e profissional, dando preciosos avisos sempre que necessário. Ao fazer o mesmo por alguma outra pessoa você estaria também fazendo isso e, ao mesmo tempo, estaria solidificando sua própria experiência e conhecimentos ao passá-los para seu pupilo.

Em resumo…

Algo do que falamos lhe parece familiar? Será que você se enxergou em alguma destas situações? Será que existem outros enganos que você já cometeu ou percebeu que alguém costuma cometer?
Sempre dizemos que o sucesso (ou fracasso) profissional é resultado de uma série de fatores como sorte, oportunidade e trabalho. Os três precisam atuar em conjunto mas se você não for à luta, criar oportunidades e procurar tirar o máximo proveito de cada chance irá pouco a pouco ficando para trás na corrida pelo sucesso. Pequenas coisas, acumuladas ao longo dos anos, acabam fazendo muita diferença no final das contas. É como numa corrida de Fórmula 1, todo mundo pergunta quem ganhou uma prova, mas poucos se lembram que o segundo e o terceiro colocados chegaram apenas alguns décimos de segundo atrás do líder.

fonte: Revista PNP

Flw pessoal! Espero que tenham gostado  e até a próxima.

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programmer

Opa Pessoal! Aproveitando os três primeiros meses do ano, resolvi criar mais um post sobre carreira profissional. Hoje vou falar sobre o que acredito que para muitos é um grande obstáculo. Sendo assim, abordarei o que é preciso para ser um programador java jr.

Vale lembrar que as informações postadas aqui podem ter visões diferentes na concepção de cada profissional, como também esta pode sofrer alterações de acordo o mercado. Então não há uma tabela estática dizendo que para ser jr. tem que ter a certificação SCJP (por exemplo), porém recomenda-se, não pelo titulo de ser certificado e sim pelo objetivo dessa certificação. Agora um detalhe importante é que, para as informações deste post, utilizei um pouco de minha experiência e consultei outros profissionais mais experientes na área, além de dar uma pesquisada nos Rhs de algumas empresas, para saber o que para essas seriam um bom programador junior.

Antes de iniciar, gostaria de tocar em um assunto que acredito ser importante para você, leitor. Na última semana recebi e-mails com criticas construtivas (fantástico! Obrigado aos que enviaram) e também recebi criticas ofensivas. Mas não é exatamente isso que desejo tratar e sim um ponto que tinha nas críticas:  a não publicação de posts técnicos nas últimas semanas. Bem, ultimamente venho tratando bastante de assuntos relacionados à carreira profissional, para ajudar aqueles que se sentem um pouco perdidos e os indecisos em sobre aonde investir, etc. Mas por que você vem abordando isso? Simples:

– Início de mais um semestre nas faculdades e alunos que vão se formar e ainda não sabem o que querem ser quando “crescer”: programador? Desenvolvedor? O que preciso para ser um? 🙂

– Estamos no  início do ano ainda e alguns alunos/profissionais estão procurando quebrar a inércia em que área investir: inglês? certificaçào? etc..

Em função disso dei uma parada nos posts técnicos e também gosto sempre de esta inovando, discutindo assuntos diferentes e não ficar falando somente de códigos, frameworks, etc. Temos que estar atentos às outras áreas que complementam nossa carreira. É por isso que temos as categorias no blog: carreira e  entrevistas. Isso é tão importante quanto é para um Bom arquiteto sabre da camada de negócio. Então era isso que queria esclarecer e qualquer sugestão/crítica não deixem de enviar. Agora…

Lets go…

Novidades: Para quem estuda english, confiram um post meu no englishexperts sobre TAGQuestions.

Se você está querendo iniciar seus estudos com java, acredito que seu primeiro emprego será um estágio ou, a depender de seu skill, pode iniciar como programador jr. Java. Mas o que é necessário para ser um programador jr? Recomenda-se que o profissional tenha os conhecimentos apresentados a seguir para realmente ser um full jr. Quero salientar que os títulos apresentados a seguir não refere-se À velha discussão certificação x experiência, e sim com o conteúdo e objetivo que cada uma aborda, por exemplo a SCJA aborda UML, fundamentos Java, O.O etc. Sendo esses conceitos necessários e que um programador deve saber por natureza.

Mais um detalhe: se você é programador jr. você pode ser um jr. na plataforma JEE, JSE, JME, enfim, você escolhe, mas é recomendável que entenda um pouco das outras plataformas, porém você tem que ser especialista em uma delas. Em alta hoje temos JEE e tudo indica que JME ja está dando seu start com a TV Digital.

Vamos lá:

Para ser um programador jr. Java recomenda-se:

  1. Saber o conteúdo da SCJA. Se tirar a certificação será melhor para você, pois poderá testar o quanto você sabe e o que precisa dar mais uma estudada. Para o mercado essa certificação não vai mudar muito sua vida profissional.

  2. Saber o conteúdo da SCJP a fundo, programar sem dificuldades com base no conteúdo dessa certificação, ou seja, saber usar: threads, generics, O.O, Wrappers, IO, etc.

  3. Ter um conhecimento razoável da API JavaSE. Criar um formulário, uma caixa de texto, botão e gerar actions. Tipo de coisa básica como desenvolver uma calculadora. Enfim, testar seu knowledge.

  4. Apenas coloquei esse tópico para reforçar, mas é obvio que precisa saber O.O de verdade, tem que estar na veia, porque será a base para o aprendizado.

  5. Saber um pouco de SQL é recomendável, ser leigo é que não ficaria bem, mas ter noção e ser capaz de executar os comandos mais simples, vai soar bem. Se você não tem isso no seu curso de T.I na faculdade, cobre para ver em algumas das aulas de BD.

  6. Entender os conceito de BD,. Você pode até não ser um expert em como criar conexões de sua aplicação java com um BD, mas saber ler os relacionamentos é requisito. Um programador que não conhece chave estrangeira, chave primaria etc, é complicado, pois isso é a base da base de saber algo sobre BD.

  7. Dar uma estudada em como funciona o JDBC e fazer algumas brincadeiras. Um livro que ensina bem legal como mexer com JDBC é dos irmãos Deitel.

  8. Conhecer basicamente como funciona uma aplicação JEE.

  9. Saber um pouco de HTML e XML, conseguir ler codes, mesmo que tenha algumas dificuldades.

  10. Conhecer a fundo as principais IDEs usadas nas maiorias das empresas (Netbeans e Eclipse). Não se trata apenas de instalar e configurar a IDE e sim de como instalar um plugin. Como montar um ambiente JME, JSE ou JEE? Como gerar um javadoc de sua app, tendo como base as recomendações da Sun? Seu javadoc tem que ter como objetivo que qualquer outro programador que venha ter acesso consiga ler e entender sua aplicação sem precisar ter acesso a ela em primeira instância.


Essas são as dicas e os skills para ser um full jr. e que vai ajudar muito durante um processo seletivo. Claro que há mais skills que pode ser inserido. Não podemos esquecer que estamos falando de tecnologia, que é algo dinâmico, a API que você estudou ontem, hoje pode está obsoleta. Outra situação que temos é quando uma nova tecnologia foi lançada e essa pode ser inserida como pre-requisito para um jr. Quem define isso é o mercado (exemplo: saber AJAX).

Um dica é: se você fizer uma boa faculdade, a metade desses assuntos já devem ser comuns, e que para completar a formação jr. não vai faltar muito, apenas alguns pontos que podem ser desenvolvidos em pouco tempo, porém isso vai de cada aluno. Quando falo “boa faculdade” não estou citando as mais conceituadas do país e sim como foi a procedencia do profissional como aluno durante os 4 anos. Estudei apenas para passar nas materias? Aí que vai estar a diferença. Claro que quando se estuda em uma boa faculdade, a opção “apenas passar nas matérias” fica bem mais difícil para os alunos que adoram fazer isso.

Fique atento às mudanças no mercado. É aqui onde sua carreira mora.

Bem, vou ficando por aqui com mais uma dica de carreira profissional. O objetivo deste post é ajudar aqueles ainda que estão montando seus objetivos para 2009 e o plano de carreira. Então acredito que as habilidades descritas acima são pré-requisitos para entrar como programador jr. Java.

Um abraço e até o próximo post…

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